Embora algumas pessoas pensem que “todo transplante de cabelo é igual”, a verdade é que há mais de uma técnica que pode ser empregada neste procedimento.
Entre os tipos de transplante capilares mais conhecidos, há dois que se destacam: a técnica FUE (Follicular Unit Extraction) e a técnica FUT (Follicular Unit Transplantation).
Na sequência, explicaremos mais sobre cada uma delas. Acompanhe!
Primeiramente, é importante saber o que é transplante capilar
Já explicamos o que é transplante capilar em alguns posts anteriores, mas, para que todos que cheguem até aqui tenham o mesmo nível de conhecimento, vale a pena relembrar:
Essa é uma cirurgia plástica que consiste na implantação de folículos pilosos (estruturas nas quais nascem os cabelos ou pêlos) em áreas calvas, permitindo que os fios voltem a crescer de forma natural após um tempo.
No geral, a cirurgia é indicada para homens e mulheres que possuem calvície (ou alopecia androgenética), bem como para aqueles que perderam cabelo após uma queimadura ou ferimento.
No entanto, como existem algumas contra-indicações, é fundamental passar pela avaliação de um especialista a fim de assegurar que você é elegível para o tratamento.
Dito isso, vamos à explicação sobre as duas técnicas:
Transplante capilar FUE
A técnica FUE é considerada, hoje, o padrão ouro quando falamos em transplante capilar. Ela se tornou bastante conhecida por ser uma técnica minimamente invasiva – o que significa que, além de indolor, ela não deixa cicatrizes lineares nos pacientes.
Realizado com anestesia local (e leve sedação em alguns casos), o transplante capilar FUE é feito a partir da extração de folículos capilares da área doadora através de múltiplas pequenas incisões (geralmente menores do que 1mm).
Posteriormente, eles são posicionados um a um na zona receptora do couro cabelo, também por meio de pequenos cortes.
Bastante moderna, a técnica FUE é especialmente indicada para pacientes que raspam os cabelos regularmente ou adotam cortes mais curtinhos, pois, como dissemos, trata-se de um procedimento que não deixa cicatrizes visíveis.
Além disso, por não haver a necessidade de pontos, a recuperação da área doadora também tende a ser mais rápida.
Transplante capilar FUT
Na técnica FUT, por sua vez, é feita a retirada de uma faixa de couro cabeludo da área doadora do paciente, para, na sequência, ser implantada na área receptora.
A maior vantagem deste procedimento é a possibilidade de transplantar uma grande quantidade de fios em um período menor de tempo.
Porém, por envolver a retirada de uma camada de tecido (e não de “fio a fio”, como acontece na técnica FUE), o transplante capilar FUT demanda a realização de cortes lineares, deixando uma cicatriz visível na região após o procedimento.
Como a cicatriz pode causar desconforto estético em alguns pacientes, trata-se de um procedimento mais indicado para aqueles que optam por usar o cabelo mais longo.
Vale lembrar que ambas as técnicas proporcionam um resultado bastante natural. A melhor forma de realizar uma escolha assertiva, de acordo com as particularidades do seu caso, é passando pela avaliação de um especialista em transplante capilar.
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